O C apresentou hoje os resultados do estudo “18-28 anos: Vida Adiada ou Vida Libertada?” na livraria Buchholz (LeYa).
Muitos temas foram discutidos, da ansiedade declarada com que vivem o contexto actual à relação séria que têm com o dinheiro, da sua capacidade de separarem envolvimento com as marcas de relação comercial à sua vivência quotidiana do long tail.
Ficou uma ideia central para as marcas e empresas: chamar-lhes consumidores é pouco. Eles querem mais, precisam de mais e estão capacitados para mais.
A ambição deve ser transformá-los em stakeholders! Se o tema for relevante para as suas vidas, eles querem fazer parte dele, querem ser ouvidos e estar envolvidos.
O grau de participação do Painel C-Spotters (o grupo de 50 jovens que acompanhámos durante 6 meses) e o feedback final que nos deram é uma prova inequívoca de que esta geração quer inclusão.
Convidámos o Martim Avillez Figueiredo a propósito de um artigo que escreveu recentemente no Expresso (“Despertar”, 14-01-2012) a estar connosco. Na sua participação / interpelação - pertinente e muito em linha com as conclusões a que tínhamos chegado – deu grande ênfase ao facto do Grupo IMPRESA reconhecer que preparar o futuro impõe olhar seriamente para esta geração.
Longe de estereótipos e de etiquetas, que se comprovou não fazerem qualquer sentido, os media, os políticos e as empresas têm mesmo que lhes dar centralidade… o que é mais do que lhes dar palco.
